Quinta-feira, Dezembro 15, 2005

LOS ESPAÑOLES SON LOS QUE LEEN MAS BLOGS

LOS QUE MÁS BLOGS LEEN EN EUROPA

Por Borja Ventura
Periodista Digital

La Asociación Europea de Publicidad Interactiva (EIAA en inglés) ha difundido los resultados del estudio Mediascope Europe. Dicho estudio arroja a la luz datos como que en España se leen el doble de blogs que en el resto de Europa, ya que el 25% de los internautas encuestados en España afirma leer blogs (lo que, extrapolando los datos supondría que lo hacen cuatro millones de españoles), por el 13% medio de toda la Unión Europea. Además, España ha crecido considerablemente en cuanto a consultas en red, alcanzando ya las 11 horas semanales de media, sólo por detrás de las 13 horas que dedican los franceses a las consultas en internet cada semana.
Según el estudio, un 83% de los españoles busca información en internet, y un 32% descarga archivos. Uno de los factores más claros para el aumento de este consumo es la popularización de la banda ancha, ya que el 31% de los ciudadanos que cuentan con dicho servicio son considerados "superinternautas", al pasar más de 16 horas semanales enganchado a la red; no obstante, si se considera también a los usuarios con una velocidad de conexión menor, la tasa de usuarios que superan las 16 horas semanales de conexión cae hasta el 24%.
Otros datos revelados por el estudio son el aumento de las horas de consumo de televisión (en un 6%) por parte de los ciudadanos de la Unión Europea, así como el 14% más de consumo radiofónico y el llamativo aumento de un 13% con respecto a la lectura de prensa, justo cuando se habla de crisis de lectura de la prensa impresa. Además, un 13% de los ciudadanos europeos escribe en un blog y un 10% utiliza servicios de telefonía en la red para realizar sus llamadas.
Fonte: www.periodistadigital.com

Terça-feira, Dezembro 06, 2005

PORTUGAL - A VEZ DA TELEVISÃO DO SUL

Televisão Regional do Sul (STV) arranca em 2006
A VEZ DAS TELEVISÕES REGIONAIS

O monte alentejano de Paco Bandeira em Montemor-o-Novo vai acolher os estúdios da nova televisão que iniciar as emissões em 2006. O novo canal vai chamar-se STV, será distribuído por cabo, e inspira-se no modelo da RTP-N. Pretende servir uma vasta região que vai do Tejo e de Lisboa até ao Algarve. Paco Bandeira é um dos dinamizadores do projecto que inclui também os nomes de Moita Flores, escritor e actual presidente da Câmara de Santarém, os empresários Rui Nabeiro, Luís Serrano e o advogado Firmínio Rosa, todos eles alentejanos, para além de outros grupos empresariais, nomeadamente ligados ao Alqueva. O director de programação do STV é João Grego Esteves, antigo director de informação da RTP (e um dos jornalistas fundadores do jornal O Ribatejo). O jornalista é também o porta-voz da futura estação que vai ser financiada por empresas, instituições da sociedade civil e autarquias do Sul do País. Sobre o projecto deste novo canal de televisão regional, Grego Esteves diz-nos ser um “canal com difusão nacional mas de vocação regional”. Actualmente, está a ser elaborado um projecto de licenciamento para ser apresentado à ANACOM e ao organismo que deverá substituir a Alta Autoridade para a Comunicação Social. O estudo de viabilidade económica está a ser feito por uma empresa internacional de renome no sector. O modelo de funcionamento do novo canal aponta para que exista um conjunto de profissionais experientes a tempo inteiro e depois uma estrutura flexível de recursos espalhados pela região. “A viabilidade deste projecto depende muito do envolvimento das pessoas e da sua divulgação por toda a região”, diz João Grego Esteves, que salienta ainda que este é um projecto com “auto-sustenção”. Quanto a este programa, agora gravado para a RTP-Internacional, é já uma experiência de fogo real.
Fonte: Semanário "O Ribatejo" - Santarém

Domingo, Dezembro 04, 2005

A GREVE NO JORNAL "LIBÉRATION"


Durante quatro dias o jornal de SARTRE sumiu das bancas
GREVE NO JORNAL "LIBÉRATION"
Leneide Duarte-Plon, de Paris (*)

O patrão defende basicamente seu lucro e o empregado, seu emprego. Essa lógica mais elementar rege as relações de trabalho em todo o mundo capitalista, até mesmo num jornal de esquerda, fundado em 1973, por maoístas liderados por um filósofo contestador e anticapitalista como Jean-Paul Sartre, dos quais o mais importante remanescente é o atual diretor de redação, Serge July. O resultado de um conflito de interesses entre o patrão e os empregados foi a greve que paralisou o jornal Libération por toda a semana passada.
O patrão é o principal acionista, Edouard de Rothschild, que comprou 38% do capital do jornal este ano (
veja aqui). Os jornalistas não gostaram de ver a ordem de "reestruturação" do jornal pretender atingir 52 empregos, dos quais 38 seriam extintos e os outros terceirizados para perfazer um total de 4 milhões de euros de economia. Na segunda-feira (21/11) partiram para a greve, paralisando totalmente o jornal. Quando finalmente resolveram voltar ao trabalho, na sexta-feira (25), as máquinas impressoras sofreram uma pane, o que impediu a edição do fim de semana de circular.
PREJUÍZOS DIÁRIOS
Lá se vão 32 anos desde que Sartre escreveu, alguns meses depois da fundação do Libé, um editorial pedindo ajuda financeira aos leitores para salvar o jornal. Disse ele, em seu apelo:
"A imprensa francesa em seu conjunto visa ao lucro e está sujeita a certos interesses econômicos. Libération escapa a essa servidão uma vez que o jornal não busca o lucro e nem está submetido a nenhum tipo de pressão. Ele pode falar onde os outros se calam, pode dizer a verdade onde os outros mentem, desvenda os incidentes cotidianos e os grandes acontecimentos".
O jornal que pretendia "dar a palavra ao povo e fazer a verdade explodir" passou a ter publicidade como os outros, esteve na vanguarda da política e da sociedade francesas, criou modas e modismos e tornou-se um must na vida de milhares de fiéis leitores que se sentiram um pouco sem norte ao descobrirem nas bancas que o jornal não sairia na segunda-feira (21).
Nem o site
Liberation.fr funcionou. Honrando a boa tradição revolucionária do jornal, foi criado um coletivo chamado "Libélutte" para dar notícias online sobre greve. A expressão "En grève" no alto da página indicava a decisão dos jornalistas de protestar contra as demissões para satisfazer "uma visão de contador de curto prazo que visa a satisfazer um acionista que não garante nem o futuro do jornal nem de seu principal capital, os assalariados".
O site reproduzia três textos: o dos jornalistas, representados pelo Conseil de Surveillance de la Société Civile des personnels de Libération (SCPL), acionistas do jornal em 18,45% ; o da direção, assinado por Serge July, Antoine de Gaudemar e Louis Dreyfus; e o dos sindicatos que agrupam os jornalistas. O mais extenso era o da direção, que tentava acalmar os ânimos e explicar as dificuldades do jornal, que tem sobrevivido a duras penas numa economia em profundas transformações.
Mesmo um jornal de esquerda precisa se adaptar aos novos tempos de crise se não quiser fechar suas portas, dizia o texto da direção. Libération tem um prejuízo calculado em 120 mil euros por dia e prevê perdas acumuladas de 6 milhões de euros para 2005. Nem o aporte de 20 milhões de euros feito este ano pelo novo acionista Edouard de Rothschild foi suficiente para o Libé enfrentar a crise do mercado publicitário e a perda de leitores ocasionada, entre outros motivos, pela concorrência dos jornais diários gratuitos.
Resultado: o jornal anunciou o plano de demissões e os jornalistas decidiram-se por uma greve que tirou Libé das bancas por uma semana.

QUEDA NA CIRCULAÇÃO
A queda-de-braço entre os sindicatos que defendem os empregos dos jornalistas e a direção do jornal rendeu muitas horas de reuniões e discussões. No fim da semana passado, Serge July divulgou um texto defendendo seus projetos para reabilitar o jornal : o "bimídia", jornal e site, e mais a revista de fim de semana, que pretende ocupar o espaço deixado vago pelos gratuitos que não circulam no weekend. Além disso, July anunciou a reforma no ano que vem da versão papel do jornal, que pretende ser uma "revista cotidiana de atualidades".
"A revolução digital atinge o conjunto da mídia",
escreveu July. "Suas conseqüências sobre a imprensa diária, sobre a publicidade e sobre a comunicação em geral geram inquietação, o futuro é insondável, precisa ser reinventado na totalidade ou em parte. A época das certezas industriais acabou. O que torna muito delicada a condução do barco nesse momento de mutação."
Sempre preocupado com a tradição de jornal de esquerda, Libération pretende estimular a diversidade de pensamento, enfatizada no texto de July, que lembra que o jornal continua fiel a seu engajamento da década de 1970. Mas o leitorado do jornal envelheceu e ele não soube conquistar as novas gerações. Hoje, somente 28% dos leitores têm entre 15 e 34 anos. A circulação caiu 7,5% em 2004, e mais 1% neste ano. Ao todo, o Libé perdeu 30 mil exemplares desde 2001, estabilizando sua circulação em torno de 140 mil exemplares diários.
E o banqueiro Rothschild não está disposto a continuar perdendo 6 milhões de euros por ano para manter um jornal de antigos maoístas sexagenários.
(*) Jornalista

JORNAIS IMPRESSOS NÃO VÃO MORRER

JORNAIS IMPRESSOS
Nota (infundada) de falecimento
Por Luiz Weis
Fontes: "Estado de S.Paulo", Edição de 30/11/2005 e OI.

V iciada em vender más notícias e previsões pessimistas – de que o mundo está tão cheio quanto o inferno de boas intenções –, a imprensa, em especial nos Estados Unidos, se fartou nas últimas semanas de diagnosticar a deterioração de sua própria saúde e de prognosticar dias piores para si.
Não é de hoje que uma coisa e outra se escarrapacham pelas páginas de respeitados jornais e revistas, mas este novembro parece ter sido um mês particularmente cruel para o jornalismo impresso – em especial, de novo, nos Estados Unidos. Mas isso nos interessa porque poderemos ser eles amanhã.
Para alegria do coro de tragédia grega – "Eu não dizia?", "Eu não dizia?" – o mês começou com a notícia de que a circulação dos diários americanos caiu em média 2,6% no semestre encerrado em setembro. Foi o maior declínio em período equivalente desde 1991.
E o mês terminou com a notícia de que Wall Street – onde se aposta que o jornal impresso é uma espécie em extinção – pressiona os executivos da Knight Ridder a pôr a empresa à venda, por causa da queda continuada do seu valor de mercado. (As ações do setor inteiro perderam este ano 22%.)
Depois da Gannett, que publica o USA Today, a Ridder é a segunda maior companhia do ramo, contando a tiragem somada de seus 32 jornais, entre eles o Miami Herald e o prestigioso Philadelphia Inquirer, menos conhecido dos brasileiros. Jornais do grupo se distinguiram por não papaguear pavlovianamente as mentiras de Bush, quando preparava a invasão do Iraque.
Novembro teve também mais do mesmo: anúncios de cortes de pessoal em jornais robustos como o Los Angeles Times e o Chicago Tribune. E desde maio o New York Times já cortou 700 funcionários, jornalistas e não jornalistas. (As redações brasileiras conhecem bem a canção.)

BRASIL - DIGNIFICAÇÃO DO JORNALISMO


O Jornalismo Brasileiro está de Parabéns

UMA LUTA COM UM SABOR A VITÓRIA
Quem disse que lutar por uma causa não vale a pena! Claro que vale. Como escreveu o poeta Fernando Pessoa «(...) Vale sempre a pena quando a alma não é pequena!» . Que o digam os responsáveis pela FENAJ e todos os jornalistas profissionais brasileiros que durante quatro anos lutaram com garra pela dignificação de uma classe que está cada vez mais fragilizada. A Justiça acabou por lhes dar razão. Ou seja, a formação académica é o melhor para o Jornalismo e para a Sociedade.

Sábado, Dezembro 03, 2005

AGÊNCIA LUSA DESPEDE CORRESPONDENTE NO CANADÁ

Deputado entregou requerimento no Parlamento

FERNANDO CRUZ GOMES
FOI OU NÃO DESPEDIDO?

O deputado do Partido Social Democrata (PSD) eleito pelo Círculo Fora da Europa, José Cesário, apresentou, na Assembleia da República, um requerimento a interrogar o Governo sobre as «verdadeiras razões» que determinaram o despedimento do jornalista Fernando Cruz Gomes de correspondente da Agência Lusa em Toronto.
A Lusa rescindiu recentemente o contrato com Fernando Cruz Gomes, correspondente no Canadá e presidente da Associação Internacional de Jornalistas (AIJ), estrutura sócio-profissional que representa a Comunicação Social das comunidades lusas.
Segundo José de Almeida Cesário, o jornalista, um dos mais antigos correspondentes daquela agência de notícias, «desde há largos anos vinha exercendo funções em Toronto, acompanhando de forma absolutamente isenta as relações bilaterais entre Portugal e o Canadá e a difícil problemática da enorme comunidade portuguesa» que ali residente.
No documento entregue no Parlamento, pergunta: «Por que razão tal despedimento foi comunicado ao interessado poucos dias após a sua tomada de posição, enquanto presidente da AIJ, conta a decisão de criação pelo Governo de uma revista de informação a dirigir às comunidades portuguesas, em parceria com uma entidade privada?».

JORNALISTA MANSO PRETO FOI ABSOLVIDO

Repórter recusou-se a revelar fontes

UMA VITÓRIA PARA O JORNALISMO

O Tribunal da Relação de Lisboa deu provimento ao recurso do jornalista Manso Preto, absolvendo-o do crime de desobediência ao tribunal a que havia sido condenado a 10 de Dezembro de 2004 por se recusar a violar o sigilo profissional, revelou quinta-feira o Sindicato de Jornalistas (SJ).
José Manso Preto foi condenado pelo Tribunal Constitucional a 11 meses de prisão com três anos de pena suspensa, por se ter recusado a divulgar as suas fontes. Respondia pelo crime de recusa de prestação de depoimento como testemunha num processo de tráfico de droga, por ter invocado o dever O «free lancer» e colaborador do semanário «Expresso» foi arrolado como testemunha de defesa no caso dos irmãos Jaime e Mário Pinto, os camionistas que lideraram o bloqueio às portagens da Ponte 25 de Abril em 1994, condenados por tráfico de droga.
Em comunicado, o SJ congratulou-se com a decisão do Tribunal, cujo acórdão considera que o jornalista não estava «obrigado a prestar testemunho», porque «preponderante no caso o seu direito à manutenção do segredo profissional».A estrutura sindical saúda igualmente «a coragem manifestada ao longo de todo o processo por Manso Preto», sublinhando que o jornalista, mesmo depois de ter sido condenado, «não hesitou em levar até às últimas consequências a defesa do sigilo profissional, reconhecido fundamento da liberdade de imprensa».

BRASIL - NECESSIDADE DE DIPLOMA PARA EXERCER A PROFISSÃO DE JORNALISTA PROFISSIONAL

Valeu a pena lutar e esperar

TRIBUNAL DEU RAZÃO
AOS JORNALISTAS

Quatro anos depois, diploma volta a ser exigência para o exercício da profissão de jornalista, por decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, em São Paulo. Com a sala de audiência da Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região completamente tomada por estudantes e dirigentes da Federação Nacional dos Jornalistas e de Sindicatos de vários estados, inclusive o do Distrito Federal, na Avenida Paulista, os desembargadores Manoel Álvares, relator, Salete Nascimento e Alda Bastos, presidente, votaram favoravelmente à manutenção do Diploma em Curso de Jornalismo como condição necessária para a obtenção do registro profissional no Ministério do Trabalho e para o exercício da profissão de jornalista.
O relator entendeu que o Decreto-Lei 972/69, que estabeleceu a obrigatoriedade do Diploma de Jornalismo para o exercício profissional foi recepcionado pela Constituição de 1988, que, a exemplo de outras cartas constitucionais brasileiras anteriores, prevê a liberdade do exercício profissional desde que, em alguns casos específicos, atendam a requisitos de formação técnica específica. E a profissão de jornalista é há décadas considerada uma profissão que exige formação acadêmica específica.
Os demais desembargadores seguiram esse entendimento e o placar foi de 3x0 na vitória da FENAJ e do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Paulo, que representaram os demais sindicatos e os jornalistas brasileiros contra a sentença da juíza federal Carla Rister, que confirmou a suspensão da exigência do diploma desde Outubro de 2001, em liminar concedida por ela mesma.
No período em que o diploma, por força da liminar, e, posteriormente, da sentença da juíza Rister, deixou de ser exigido, foram concedidos 589 registros precários no Distrito Federal, cerca de 6 mil em São Paulo e aproximadamente 13 mil em todo o Brasil. A primeira medida a ser tomada é informar as Delegacias Regionais do Trabalho, em todo o país, da decisão do TRF da 3ª Região e solicitar que os registros precários sejam considerados ilegais.
Como um dos principais segmentos sociais derrotados pela decisão do TRF são os proprietários de meios de comunicação do Estado de São Paulo, cujo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão regional integrava a ação contra o diploma, é possível que da decisão do TRF haja recurso, que será definitivamente julgado pelo Supremo Tribunal Federal.O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal esteve presente na audiência por meio de seu representante no Conselho da Fenaj, Dorgil Marinho.

Sexta-feira, Dezembro 02, 2005

LUSOCOM 2006 - Santiago de Compostela

VII CONGRESSO DA LUSOCOM

Está agendado para os dias 21 e 22 de Abril de 2006, na Universidade de Santiago de Compostela, em Espanha, o VII Congresso da LUSOCOM.

O tema central do evento é «Comunicação Local - da Pesquisa à Produção».
As sessões temáticas estão articuladas por meios: Imprensa, Rádio, Televisão, Fotografia e Cinema, Internet e Multimedia.

E-mail:
lusocom2006@usc.es

Site do evento: www.lusocom2006.com (para aceder, clique AQUI).

Quinta-feira, Dezembro 01, 2005

NOVA REVISTA DE COMUNICAÇÃO EM 2006

Novidade

UNIVERSIDADE CATÓLICA VAI LANÇAR
NOVA REVISTA DE COMUNICAÇÃO

Comunicação & Cultura é o nome da revista que a Universidade Católica se prepara para lançar em 2006. A publicação será semestral e «pretende dar visibilidade a uma articulação de saberes nas áreas das ciências da comunicação e dos estudos culturais, com o objectivo de explorar perspectivas inovadoras e repensar o campo de estudos de forma interdisciplinar».Está aberto até 15 de Janeiro o período para o "call for papers" para o primeiro número, que terá como tema "A cor dos media".
Podem ser submetidos a apreciação artigos das seguintes áreas:
- Media e Raça
- Imigração e os Media
- Construção da Identidade
- Propriedade dos Media
- Democracia e os Media

Quarta-feira, Novembro 16, 2005

NOVIDADES PARA 2006

DAR MAIS VIDA A ESTE SONHO
LUSO IBEROAMERICANO

No primeiro trimestre de 2006, prometemos dar mais vida a este espaço.
Já temos algumas pessoas ligadas ao ensino das Ciências da Comunicação que demonstraram interesse em levar por diante este projecto. Parece que estamos no bom caminho. Vamos ver se conseguimos.
Todas as sugestões para melhorar este espaço devem ser enviadas para o seguinte e-mail:comlusoiberica@hotmail.com